Após o sucesso das primeiras jornadas em 2008, iniciam-se, já a partir do próximo dia 18 de Setembro, as II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável. As inscrições estão abertas. A não perder!
Após o sucesso das primeiras jornadas em 2008, iniciam-se, já a partir do próximo dia 18 de Setembro, as II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável. As inscrições estão abertas. A não perder!
O escritor e antigo eurodeputado social-democrata Vasco Graça Moura defendeu hoje que o Orçamento do Estado (OE) para 2011 deveria contemplar como prioridade, na área da Cultura, a recuperação de património. Continuar a ler
A PMA – Consultoria Urbanística disponibiliza online e pro bono um Dicionário Online de Conceitos Jurídicos:
«Com o objectivo de auxiliar todos aqueles que aplicam conceitos jurídicos nos domínios do urbanismo, da arquitectura, do imobiliário, do ordenamento do território, do ambiente e do património cultural, a PMA disponibiliza gratuitamente o Dicionário Online de Conceitos Jurídicos.
Neste dicionário poderá encontrar as mais variadas definições constantes da legislação portuguesa nos domínios mencionados: da “Área Bruta Privativa” utilizada para efeitos de pagamento do Imposto Municipal de Imóveis (IMI), passando pela definição de “Aglomerado Urbano” para efeitos de publicidade junto de estradas nacionais, até à noção de “Resumo Não Técnico“, documento destinado a servir de suporte à participação pública, no âmbito da Avaliação de Impacto Ambiental, são cerca de 2700 definições para pesquisar».
Link: Dicionário Online de Conceitos Jurídicos
Vale também a pena consultar as FAQ disponiveis:
Link: Questões Frequentes
A Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL) vai lançar hoje, em cinco dos seus parques, um serviço de aluguer de bicicletas para que os condutores possam circular no centro da cidade Continuar a ler
O arquiteto Álvaro Siza Vieira defendeu em Veneza a necessidade de criar mais habitação social em Portugal «para as famílias que não conseguem ter acesso a casas».
«A habitação é um direito inscrito na Constituição Portuguesa», Continuar a ler
Mais informações aqui
O arquitecto português Ricardo Bak Gordon defende a realização de um debate público sobre a ocupação dos espaços vazios em Lisboa, sustentando que “é preciso fazer renascer uma cidade oculta”. Continuar a ler
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa.9, 10, 11 e 12 de Setembro.
As tourism research spreads into the social sciences, this Conference will tackle one of the central ontological and phenomenological premises of tourism, the fascination with the idea of ‘Others’. This Conference will explore the seductive powers underlying this immersion of Self in the Other and the forms of social life and exchange its shapes at different scales of social life. It will bring together around 200 academics from more than 30 countries presenting 150 papers during four days. I Continuar a ler
A derrocada de parte de um prédio devoluto na Rua de Miguel Bombarda, no Porto, hoje, segunda-feira, à tarde, destruiu três automóveis.
Segundo fonte dos Sapadores do Porto, ainda no local, a derrocada deu-se junto do número 234 e não terá causado feridos. Parte da fachada de um prédio devoluto, com dois andares, caiu para a via pública.
Fonte – Jornal de Notícias
Na sequência do projecto “Como podem as Cidades ajudar a enfrentar a crise” (que já aqui demos conta) surge o projecto “No Economic recovery without cities!” Visitem o site e participem no projecto caso pretendam.
This initiative arrives as a challenge to artists, businessmen, researchers and professionals who ‘work with cities’, as well as institutions and communities, to think collectively about the significant role cities can play in ‘economic recovery’.
Although it’s special (civic) nature, we think that this initiative can be an important sign to governments and regional/local administrations and a (unique) global ‘collective learning’ process.
O novo sistema de circulação automóvel na Baixa de Lisboa, que passa a ser aplicado já em Setembro – ainda não está definido o dia exacto -, vai obrigar a câmara municipal a alterar várias dezenas de sinais de trânsito e de indicações de destinos, adaptar os temporizadores dos semáforos, pintar no asfalto outras setas de sinalização, e eliminar as anteriores, e tornar a abrir ao tráfego uma rua que se tinha tornado pedonal. Continuar a ler
O negócio da banca continua a mandar nos Aliados. A partida da sucursais bancárias da principal avenida do Porto tem sido lenta e a chegada do comércio de luxo para este ano, preconizada pelo estudo da CB Richard Elis há três anos, ainda não aconteceu. Continuar a ler
O GECoRPA – Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico, a QUERCUS – Associação Nacional de Conservação da Natureza e a Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional dos Monumentos e dos Sítios (ICOMOS) organizam o encontro “Património Natural e Cultural: Construção e Sustentabilidade!”, com o objectivo de promover a salvaguarda do património natural e cultural como via para a sustentabilidade no ordenamento do território e na construção. Este encontro terá lugar no dia 18 de Outubro no Auditório 3, Fundação Gulbenkian, Lisboa.
A construção é uma das actividades humanas com maior impacto, quer sobre o património natural, quer sobre o património cultural. Em relação ao primeiro, o impacto da construção surge associado às novas urbanizações e infra-estruturas e faz-se sentir em diversas frentes, desde a ocupação irreversível de solo virgem, com a consequente perda de biodiversidade e degradação da paisagem, até à produção, transporte e deposição (na maior parte, sem controlo) de um grande volume de resíduos. A construção envolve, também, o consumo de enormes quantidades de matérias-primas e de energia, que, no caso de Portugal é proveniente, sobretudo, de combustíveis fósseis. Em relação ao segundo, o património cultural, o impacto da construção faz-se sentir em particular sobre a cidade antiga, os centros históricos e o próprio ambiente construído. De facto, a demolição e substituição dos edifícios antigos dos centros urbanos contribui para a sua progressiva descaracterização e desvalorização. É a “alma” desses centros que se perde e, com ela, um conjunto de referências identitárias essenciais.
O presente encontro, numa iniciativa conjunta do GECoRPA – Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico, da QUERCUS – Associação Nacional de Conservação da Natureza e do ICOMOS Portugal – Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional dos Monumentos e dos Sítios (ICOMOS), tem como objectivos:
I. Evidenciar os múltiplos impactos da construção, das opções estratégicas com ela relacionadas e dos sectores de actividade a montante e a jusante, sobre o património natural e o património cultural, em particular na sua vertente património construído a proteger;
II. Demonstrar que as estratégias tendentes a conservar o património natural e a reabilitar e valorizar o património construído contribuem, simultaneamente, para a sustentabilidade do sector da construção, em particular, e para o desenvolvimento sustentável do País, em geral.
Programa aqui
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O sol banha o corredor central. Espreita pela cobertura em vidro e dá protagonismo aos pilares vermelhos em ferro recém-renovados. Mas o esplendor da manhã passa despercebido ao pequeno exército de trabalhadores que prepara a reabertura do Hard Club.
A azáfama é tamanha num mercado Ferreira Borges transformado. Todos os minutos contam até à noite da reabertura no dia 16 de um espaço que, em Gaia, se tornou conhecido pela música. Agora, no Porto, será muito mais do que rock.
Os concertos continuarão a marcar a pulsação do Hard Club, porém, com as portas abertas de manhã à noite, terá exposições, teatro, cinema, programação infantil e iniciativas para cumprir em família, para além da gastronomia lusitana com direito a provas de vinho, sobretudo Vinho do Porto e vinhos verdes e do Douro. Continuar a ler
Frank Ghery é o autor do próximo museu Guggenheim, a ser erigido em Abu Dhabi. E este será o maior de todos, dos quatro já existentes – nos EUA, na Espanha, na Itália e na Alemanha – e dos dois ainda em projecto, na Lituânia e no México.
Destinado a albergar uma colecção permanente de arte árabe, islâmica e do Médio Oriente, bem como espaços expositivos destinados à arte contemporânea destes países, núcleos de investigação, educação e preservação artística e residências para artistas , o museu ocupará 450 000 metros quadrados e será um dos maiores do mundo. Continuar a ler
Os painéis de azulejos da estação de S. Bento, no Porto, estão a ser restaurados, com ajuda de escovas de dentes. A empreitada custa 166,5 mil euros e ficará concluída em Abril de 2011. Na cidade, enquanto particulares reabilitam fachadas, há igrejas a pedir obras.
A intervenção de conservação e restauro dos painéis da estação resulta de um protocolo entre a Rede Ferroviária Nacional (REFER) e a Direcção Regional de Cultura do Norte, até porque a gare está classificada como imóvel de interesse público pela Secretaria de Estado da Cultura. Continuar a ler
Há na capital dezenas de casas em tempos habitadas por figuras das quais reza a História; muitas nem estão assinaladas; muitas nem estão protegidas – Há as habitadas, as abandonadas, as demolidas; e Também há as casas-museus – e essas contam-se pelos dedos.
Há casas esquecidas. “Se diz que quer ficar mesmo no nº 18… é aqui.” Para lá da janela do táxi vê-se apenas um prédio esventrado. Mas é o 18. Dizem que está habitado, mas as portadas que dão para a varanda do segundo andar estão abertas. De velhas e vandalizadas. Como que a mostrar o tecto que se desfaz – há buracos de estuque caído que deixam a estrutura de fora. A fachada é de azulejos em tons de azul. Remendados. Há rachas nas paredes e aqui e ali o cor de laranja dos tijolos a descoberto contrasta com o azul dos azulejos. E ainda assim o prédio tem um ar imponente. Aqui viveu Joaquim Machado de Castro, escultor português que trabalhou para a Casa Real. É dele a estátua de D. José I na Praça do Comércio. Continuar a ler
Na Ribeira já não existe um único bar com pista de dança. Em 14 anos, fecharam 17 bares. A movida mudou-se para outras áreas da cidade e a Zona Histórica do Porto apostou num cliente ansioso por boa comida e uma noite tranquila. Com isso, crescem os hotéis. Continuar a ler
A animação nocturna contagiou o dia e, a par dos bares, têm surgido novas lojas nas ruas junto ao Teatro Carlos Alberto, no Porto. O Verão traz o corrupio de turistas, mas o cenário é desolador. Não há parede sem grafitos, sobram colagens e o cheiro a urina é intenso. Continuar a ler
A vida cultural no Porto, para quem visita a cidade durante o mês de Agosto, é um marasmo. Com as principais salas de espectáculos encerradas “para gozo de férias do pessoal”, resta aos turistas visitarem Serralves e ouvirem fado durante o jantar. Continuar a ler
Entre ontem e hoje, 15 novos locais passaram a fazer parte da lista dos locais considerados Património Mundial da Humanidade pela Unesco, anunciou a Organização Mundial das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura no seu site de Internet. Há dois locais europeus que figuram na lista: os canais de Amesterdão e a cidade medieval francesa de Albi. Continuar a ler
Os últimos 3 dias foram bastante intensos na Viagem Medieval em Terra de Santa Maria. Fim-de-semana é sinónimo de mais visitantes que se espalharam pelo recinto do evento correspondente a 33 hectares. Muitas das áreas temáticas têm as associações como promotores e este movimento associativo é o principal responsável pela grandiosidade do evento. Santa Maria da Feira é considerado o município com mais associações do país com um total de 245 sendo que 107 são principalmente de carácter desportivo (apesar de terem intervenções culturais). Estes números têm por base as associações inscritas do PAAC – Plano de Apoio ao Associativismo Concelhio e na Federação de Colectividades de Santa Maria da Feira. Aliás, o PAAC que distribuiu os apoios às associações tem critérios apertados na definição dos valores. Um dos principais critérios é mesmo o da participação em eventos e na criação de espectáculos. A participação do meio associativo em eventos e as sinergias criadas com produtores culturais fez com que surgisse um “novo associativismo” em que o lucro passa a ser importante e a criação artística um meio para isso. Nestas “novas associações” começam a participar jovens com formações académicas nas áreas de especialização da associação oferecendo novos inputs.
Grande parte da animação da Viagem Medieval em Terra de Santa Maria já é suportada pelas associações do município e as animações âncora já são totalmente preparadas por elas. Durante todo o ano preparam a sua participação no evento e vão mantendo uma agenda regular promovendo a Cultura no concelho.
Para aqueles que não têm oportunidade de visitar o evento in loco poderão ver a transmissão em directo aqui.
Algumas fotos e vídeo com a qualidade possível do incêndio de ontem (29 de Julho) na Sé (Porto). Por incrível que pareça, ainda não foi desta… (JN: Incêndio em casas abandonadas assustou a Sé)
Fotos:
Vídeo:
Teve início ontem a 14ª edição da Viagem Medieval em Terra de Santa Maria.
A abertura esteve a cabo de alguns grupos que nasceram no ceio do próprio evento. Esta primeira entrada no diário irá explorar esta temática: de que forma a Viagem Medieval trilhou o futuro de muitos jovens em termos profissionais.
Um dos grupos que esteve na abertura foram os All About Dance que foram criados tendo por base todas as ideias criativas geradas em eventos como a Viagem Medieval ou Imaginarius. O vencedor do concurso “Achas que sabes dançar?”, Marco Ferreira, faz parte deste grupo. Para além deste grupo de dança muitos outros exemplos podiam ser dados para exemplificar de que forma os eventos têm impacto na definição profissional dos participantes voluntários.
Desde os tempos em que participei como voluntário muitos foram o que optaram por uma profissão relacionada com o evento e de alguma forma foram “desviados” por um caminho profissional até então escondido. Vários amigos, depois de participarem voluntariosamente, seguiram cursos de teatro, cinema, relações públicas, sociologia, marketing, turismo ou história como o meu caso. Para além destes outro tipo de impacto foi gerado com este evento. Alguns, tendo um pequeno hobbie de bijutarias ou que participavam em grupos de teatro amador profissionalizaram-se criando verdadeiro artesanato urbano e grupos de animação. Depois vão oferecer os seus serviços a outros eventos de recriação histórica não só pelo país como pela Europa. Outros aproveitam a possibilidade de ter o seu primeiro ordenado e oferecem-se aos artesãos e artífices para trabalhar.

Grupo de animação Istaminé - Mais um exemplo de um grupo de animação que nasceu com o espírito da Viagem Medieval
Ano após ano aumenta substancialmente o número de profissionais criativos no evento tal como o número inscrito de voluntários. Este ano inscreveram-se cerca de 500 para 250 lugares e surgem dois tipos de voluntários: aqueles que pretendem conhecer novos amigos, ganhar uns trocos e integrar-se num grupo e aqueles que olham para a participação na Viagem Medieval como algo de importante para o seu currículo e experiência profissional.
A Viagem Medieval em Terra de Santa Maria funciona como um cluster de ideias e todos os anos a junção de vários grupos traz ideias inovadoras e evolui-se.
Afinal não será isto uma indústria criativa?
Deixo convosco a divulgação de uma iniciativa que pretenda reflectir sobre as cidades. Participem neste link
Na próxima quinta-feira, 29 de Julho, tem início mais uma edição da Viagem Medieval em Terra de Santa Maria. Este ano o evento recria o final do século XI e o início do século XII. É conhecido o desenvolvimento gerado por este evento no centro histórico de Santa Maria da Feira e deixarei aqui um diário da edição. O diário irá explorar os impactos que o evento criou tanto no centro histórico como na sociedade.
A primeira entrada do diário será no dia 30 de Julho, sexta-feira.
A antiga igreja de São Paulo, no centro histórico de Elvas, viu suspensa a ordem de demolição decretada pelo Ministério da Defesa, disse hoje à Agência Lusa a directora Regional de Cultura do Alentejo, Aurora Carapinha. Continuar a ler
Para quê parar no parque, que é a pagar, se há tantos lugares à superfície à disposição dos audazes? O JN fez a rota do estacionamento impune da cidade do Porto
No Jardim da Cordoaria, não faltam lugares para estacionar. Entra-se pela porta do eléctrico, segue-se pelos trilhos e é só deixar o carro à sombrinha das árvores. Ou junto à parede da Reitoria: só aí cabem sem problemas 30 viaturas.
Ao pé das esplanadas, ajeitam-se mais uns quatro e, ao lado do coreto, mais uns oito, abrigados pela ramagem. Se nessa zona não houver lugar, há sempre espaço para mais um em frente à urgência velha do Hospital de Santo António.
Não é qualquer condutor que consegue, é preciso ter perícia: entrar, entra-se bem, mas para sair tem que ser de marcha-atrás. Normalmente, há um arrumador para ajudar. O trilho do eléctrico tem largueza para o colectivo e para a viatura de cada qual. Continuar a ler
A Ribeira está cheia de turistas. E de carros mal estacionados. No Parque do Infante, há dezenas de lugares vagos, mas continua-se a usar o empredrado pedonal como parque para automóveis. Os moradores protestaram, pedindo o fecho da Rua da Reboleira. Continuar a ler