MOSTRA E CONTA: MARATONA DE PROJETOS DE REABILITAÇÃO

RUP Mostra e Conta A4 +3mm

 

Para mais informações: http://aprupp.org/2013/03/11/mostra-e-conta-maratona-de-projectos-de-reabilitacao/

Ver REGULAMENTO (pdf)

Publicado em Uncategorized | 1 Comentário

Uma economia do lazer

Há um certo tempo para cá o Porto tem assistido a algumas mudanças muito interessantes. Surgiram os mercados de rua especializados, o bairro das artes de Miguel Bombarda e até uma inesperada movida nocturna na Baixa, que se transformou numa espécie de meca do lazer. O que há de comum a todos estes é que surgiram da iniciativa privada. A Câmara, convém lembrar, nada tem a ver com estes fenómenos no sentido em que não se trata do resultado de um plano ou programa municipal. As coisas aconteceram porque tinham de acontecer e pronto. É claro que o que acabei de dizer não é válido para a noite que continua sem rei nem roque. Aqui a situação é mais complexa porque estão em causa diversos interesses (proprietários, residentes, utentes…), mas a complexidade não devia ser desculpa para a atitude passividade dos decisores. Seja lá como for, todos fomos apanhados de surpresa por este fenómeno. Se analisarmos toda a documentação relativa ao planeamento estratégico para a Baixa/Centro Histórico facilmente constatamos que aposta era a habitação, o repovoamento. Esta estratégia – unanimemente aplaudida, de resto – colide com a inesperada rebeldia dos agentes económicos que preferiram tirar proveito do investimento no espaço público da Porto2001 e apostar na diversão nocturna. Naturalmente, estamos perante funções conflituantes. Parte do remédio poderia passar por uma maior diversificação funcional, com comércio e serviços com horários de funcionamento alargados, reaproveitando um pouco a lógica dos shoppings: comércio e diversões até à meia-noite. A partir daí, a vida continua dentro de portas, incluindo bares. Uma vez colocados na rota do turismo mundial – em grande parte por nos identificarem como um destino de viagem sempre em descontos – não podemos deixar de ser uma cidade de trabalho e serviços, simplesmente o lazer é agora também um dos nossos ofícios.

Publicado em Uncategorized | Deixe o seu comentário

8ª Tertúlia APRUPP

SEGURANÇACARTAZ

 

+INFO: http://aprupp.org/2013/02/18/seguranca-contra-incendios-em-edificios-antigos-oradores-e-local/

Publicado em Uncategorized | Deixe o seu comentário

«Vida e morte dos pequenos centros comerciais»

TERTULIA7

 

Vai decorrer no próximo dia 31 de janeiro (quinta-feira) pelas 21:15, no Cinema STOP, mais uma tertúlia da APRUPP, desta vez dedicada à temática dos chamados Centros Comerciais de “primeira geração” que predominaram durante os anos 70 e 80, agora obsoletos e abandonados face à construção desenfreada dos recentes “mega-shoppings”, perdurando no centro das cidades como que perdidos no tempo.

Pretende-se pois trazer à discussão possíveis estratégias para a revitalização destes equipamentos, identificando as suas potencialidades e analisando possibilidades de novas ocupações, ajustadas aos novos padrões de consumo do morador do centro da cidade, e de que forma estas intervenções se podem assumir como instrumentos de reabilitação urbana.

A sessão vai contar com a presença de vários testemunhos, nomeadamente José Rio Fernandes (FLUP), Maria Encarnação Sposito (Universidade de São Paulo), Miguel Graça (Arquiteto), Anselmo Canha (Centro Comercial STOP) eMarina Costa / Artur Mendanha (Centro Comercial Bombarda). A moderação ficará à responsabilidade de Jerónimo Botelho (APRUPP).

 -

CONVIDADOS:

Miguel Silva Graça – Arquitecto. Assessor do Pelouro da Habitação e Desenvolvimento Social da Câmara Municipal de Lisboa. Professor Auxiliar Convidado / Investigador do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra. Investigador do CEAA – Escola Superior Artística do Porto. Doutorado em Urbanismo e Ordenamento do Território pela Universidad de Valladolid. Licenciado em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa.

Anselmo Canha – Licenciado em Design de Comunicação pela Escola de Belas Artes do Porto, exerce a profissão desde 1989. Em 2008 concretiza dissertação de Mestrado em Design da Imagem, dedicada ao Centro Comercial Stop. Em consequência deste trabalho, compromete-se na organização de vários eventos colectivos neste Centro Comercial, nomeadamente Sart! (2008) e Um Hino Para o Stop (2009) no âmbito do Festival Futureplaces. Contribui também para o envolvimento dos músicos em debate interno. Nomeadamente, a propósito do problema da legalização das salas, participa no lançamento de abaixo assinados e manifestos, bem como na organização das 4 edições da Stopestra. É músico da banda Repórter Estrábico e do colectivo experimental “UN”. É ministro para os Centros Comerciais Falidos do Reino de Elgaland-Vargaland. http://www.elgaland-vargaland.org

Artur Mendanha – Cogerente do CCBombarda e designer de iluminação.

José Alberto V. Rio Fernandes – Catedrático em Geografia. Coordenador do Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território (que reúne investigadores das universidades de Porto, Coimbra e Minho). Diretor do Curso de Doutoramento em Geografia da Universidade do Porto. Autor de mais de 100 textos. Obras mais recentes: (organizador, com Maria Encarnação Beltrão Sposito) – Nova Vida do Velho Centro nas cidades portuguesas e brasileiras, 2012; (organizador, com Márcio Moraes Valença e Fernanda Cravidão – Regional and urban development’s in Portuguese-speaking countries, Nova Publishers, Nova Iorque, 2012; Area-based initiatives and urban dynamics. The case of the Porto city centre, «Urban Research & Practice », vol. 4, nº3, Routledge, 2011, pp. 285-307. Coordenador de projetos de urbanismo comercial. Doutorado com o trabalho que veio a ser publicado com o título “Porto, cidade e comércio”.

Maria Encarnação Sposito – Possui graduação em Geografia, pela Universidade Estadual Paulista (1977), Campus de Presidente Prudente. Mestrado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista (1984), Campus de Rio Claro. Doutorado em Geografia (Geografia Humana) pela Universidade de São Paulo (1991). Realizou estágio pós-doutoral em Geografia na Université de Paris I – Sorbonne (1995). Obteve o título de Livre Docência, em Geografia Urbana, na UNESP, Campus de Presidente Prudente, em 2005. Atualmente, é docente dos cursos de Graduação, Mestrado e Doutorado em Geografia da instituição em que trabalha como professora adjunta – UNESP, Campus de Presidente Prudente. Coordena a Rede de Pesquisadores sobre Cidades Médias (ReCiMe). É coordenadora editorial da revista científica CIDADES. Tem experiência na área de Geografia, com ênfase em Geografia Urbana, atuando principalmente nos seguintes temas: produção do espaço urbano, estruturação urbana e cidades médias.

Jerónimo Botelho [moderador] – Licenciado em Engenharia Civil (2002) e mestre em Reabilitação do Património Edificado, pela FEUP (2006), e em Structural Analysis of Monuments and Historical Constructions (SAHC), na Universidade do Minho e na Università degli Studi di Padova (2008). Sócio fundador e secretário da assembleia geral da APRUPP – Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património. Trabalha há mais de 10 anos exclusivamente na área da reabilitação de estruturas e do património edificado, tendo dividido este tempo por vertentes desde a investigação académica, à direcção de obra na STAP – Reparação, Consolidação e Modificação de Estruturas, S.A., e, atualmente, como coordenador e projetista de estruturas de edifícios antigos na SOPSEC.S.A.

Publicado em 12. Reabilitação Urbana | Deixe o seu comentário

Fotos raras de Paris

MmaFt4xNão, não se trata de uma moderna mega-instalação artística, mas de uma imagem rara de Paris do início do século XX. Vejam mais aqui: http://curiouseggs.com/extremely-rare-color-photography-of-early-1900s-paris/

Publicado em Uncategorized | Etiquetas | Deixe o seu comentário

Debaixo da ponte

Mas que bela (e barata) ideia vinda de Yokohama para esses viadutos que encravam o espaço urbano por esse Portugal fora. No Porto lembro-me de imediato do viaduto da Gonçalo Cristóvão e o da Areosa.

4546831

AREOSA

auz18_thumb3_thumb

GONÇALO CRISTÓVÃO

Publicado em 13. Cidades Criativas | Deixe o seu comentário

Mais uma tertúlia APRUPP

tertc3balia_madeiras

Vai ter lugar no próximo dia 18 de Dezembro (terça-feira) pelas 21:30, no auditório do Grupo Musical de Miragaia (Rua Arménia n.º 18, Miragaia, 4050-066, Porto), mais uma tertúlia da APRUPP, desta vez dedicada às estruturas antigas de madeira, que materializam uma parte importante do património edificado Português. Apesar da reabilitação destes elementos ser essencial para a preservação da memória e da identidade cultural e histórica do país, as abordagens efectuadas têm sido pouco consensuais. Em particular, a substituição das estruturas de madeira em vez da sua reabilitação tem sido uma política comum que resulta, por um lado, da falta de conhecimento acerca de materiais e técnicas tradicionais e, por outro, das dificuldades relacionadas com a regulamentação actual e com a reduzida cultura de construção em madeira em Portugal. Pretende-se nesta tertúlia abordar as razões para esta situação, analisando vantagens e desvantagens da reabilitação de estruturas antigas de madeira, e ainda a utilização de novas estruturas de madeira em intervenções no património edificado.

Continuar a ler

Publicado em 2. Agenda | Deixe o seu comentário

Estrelas e Totens


«Kublai Khan percebera que as cidades de Marco Polo eram todas parecidas, como se a passagem de uma para outra não envolvesse uma viagem  mas uma mera troca de elementos».[Italo Calvino]
 

O diálogo que a arquitetura contemporânea estabeleceu com o «estado das coisas» tem sido, em grande parte, um diálogo sobre cidades invisíveis. O star system da arquitetura desenvolveu-se em torno da crença num crescimento económico ilimitado, caracterizado por uma concorrência generalizada entre cidades com o objetivo de atrair, captar e fixar os recursos financeiros em circulação pelas correntes submersas da globalização. De alguma forma, os edifícios de Autor deveriam desempenhar uma missão quase mágica: deveriam ser como uma espécie de totem capaz de invocar e trazer à superfície a riqueza dispersa pelo globo. Mais coisa, menos coisa este é um dos princípios básicos do chamado «planeamento estratégico». Um pouco por todo o lado, a crença disseminou-se dando origem a uma indústria de projetos de grife, à volta da qual gravitam uma série de produtos (revistas, workshops, programas de televisão,…) que tratam de mediatizar o arquiteto, integrando-o na cultura popular. Do Dubai à mais modesta cidadezinha perdida no interior do país, os arquitetos foram convocados para erigirem obra e fazerem a magia. É claro que estávamos perante cidades que ainda não existiam ou que nunca viriam a existir sequer. Nem sempre o truque funcionava. Fantasias construídas para maravilhar colonizaram todo o globo. Até que um dia o dinheiro acabou e destas cidades invisíveis ficaram apenas os totens. Cada obra é única (algumas delas tornam-se monumentos, inclusive), mas o processo é sempre o mesmo.

*

«You never know what is enough until you know what is more than enough.» [William Blake]

Isto tudo parece que foi há muito tempo. Os tempos, agora, são outros e o mercado parece já não ter capacidade para alimentar o Autor. Há quem despeça colaboradores, há quem migre em busca dos mercados emergentes e há quem pura e simplesmente feche portas (ou pelos que ameace a tal). No resto do mundo civilizado, isto é, descapitalizado, o «estado das coisas» exige uma reconfiguração no que diz respeito à visibilidade do arquiteto e da sua obra. Seguindo as regras não escritas dos ciclos económicos e das respetivas atualizações dos padrões sociais de comportamento, a ostentação é condenada, a frugalidade elogiada e os exageros exorcizados. “Discrição é a nova visibilidade” diz-se agora. Para se chegar até aqui, foi necessário percorrer o caminho do excesso e do culto do autor. Em contraciclo, ao longo da segunda metade do século XX foram ganhando forma algumas propostas alternativas centradas nas questões ambientais e patrimoniais. Qualquer uma delas, propõe uma abordagem holística do objeto arquitetónico, reposicionando-o num contexto espacial, temporal e moral alargado. Este discurso inicialmente produzido a partir das margens da tendência dominante, acabou por suportar de uma forma mais ou menos explícita a base ideológica de uma nova prática arquitetónica. Neste caso, as margens tomaram conta do leito do rio e a consequência disso é que a figura da autor torna-se obsoleta no sentido em que o que interessa é o objeto e as suas relações com o meio. Não é o fim da arquitetura, mas de uma certa forma de se fazer arquitetura.

Publicado em Uncategorized | Deixe o seu comentário

A AMOSTRA. Reabilitação no Porto: Exposição & 2 dedos de conversa

Na discreta Rua de Miraflor (à Campanhã, Porto) onze armazéns aguardam uma nova vida. Um deles, recebe, durante dois sábados, uma exposição de trabalhos desenvolvidos na área da reabilitação por quatro gabinetes de arquitectura e dois gabinetes de engenharia especializados. A partir da confluência de experiências servem-se dois dedos de conversa sobre os processos de reabilitação do edificado da cidade e o potencial da zona oriental.

Participantes: Arquitectura: Bernardo Amaral, arq.; Floret – Oficina de Arquitectura; Garcia & Albuquerque Arquitectos; Swark – Casa da Baixa. Engenharia: Best Project e NCREP

Entrada livre
www.loftmiraflor.com
www.floretarquitectura.com

Publicado em 1. Imprensa, Blogosfera e Web | Deixe o seu comentário

Outro evento APRUPP: «Da [In]Visibilidade: Arquitectura e Reabilitação. Uma conversa a três»

Imagem | Posted on por | Deixe o seu comentário

Evento APRUPP: O Liceu Alexandre Herculano: Marques da Silva, o arquitecto que projectou o futuro

 

+INFO: Inscrição e Convite

Publicado em 2. Agenda | Deixe o seu comentário

Mobilidade na cidade do Porto em debate na 2º tertúlia da APRUPP

A Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património (APRUPP) vai organizar no próximo dia 13 de setembro, pelas 21.30h, na Garagem Comércio do Porto, um encontro sob o tema “Mobilidade no Centro Histórico: um obstáculo na devolução das famílias à Baixa?”.

A tertúlia pretende focar-se no tema da mobilidade urbana e a sua influência na atratividade da função habitacional, com especial enfoque nas famílias com filhos, e a sua implicação direta na regeneração do centro histórico e consequentemente dos seus edifícios.

 O evento conta com um painel composto por cidadãos, académicos, decisores e utentes de meios de transporte alternativos: Álvaro Costa (Professor FEUP, especialista em mobilidade), Gonçalo Gonçalves (Vereador Urbanismo e Mobilidade CMP), Ricardo Santos (profissional ativo, morador no centro histórico do Porto, com a família), Miguel Barbot (Ativista em prol das cidades, autor do blogue ”1penoporto.wordpress.com”) e Sílvia Magalhães (moderadora, APRUPP).

 “Todas as pessoas se deslocam diariamente e, uma grande parte, várias vezes ao dia, logo a questão da mobilidade é sempre ponderada na opção pela localização da habitação e pela decisão de nos deslocarmos ou não a determinada zona. Em particular, queremos perceber a relação da mobilidade e do estacionamento com a função habitacional no centro histórico, se existe realmente essa relação e que peso tem na decisão de escolha da casa para comprar, arrendar, etc.; queremos também perceber se o centro histórico está “condenado” a viver apenas com determinado tipo perfil de moradores: idosos, jovens estudantes e trabalhadores, ou se podemos imaginar no futuro um cenário com famílias a repovoar o centro, a conseguir fazer as suas deslocações necessárias ao infantário, escola, trabalho, a partir de uma área central”, refere Sílvia Magalhães da APRUPP.

 Esta tertúlia é já a segunda de um programa de tertúlias que está a ser organizado pela APRUPP e que se destinam ao público em geral.

A iniciativa é de entrada livre.

Sobre a APRUPP:

 A APRUPP é uma associação de técnicos e de cidadãos em geral que partilham o interesse pela reabilitação urbana e pela proteção do património. Esta associação tem como objetivos: promover e divulgar o conceito de reabilitação urbana como principal veículo para a salvaguarda da identidade e valorização do património construído, a redução das assimetrias sociais e a promoção da participação dos cidadãos; colaborar na preservação do edificado de interesse histórico e patrimonial; estudar, aperfeiçoar e divulgar as boas práticas da reabilitação urbana; apoiar a formação de técnicos; e desenvolver o intercâmbio nacional e internacional de práticas, saberes e conhecimentos no campo da reabilitação e da proteção do património.

Sobre os Oradores:

Álvaro Costa. Fundador e Presidente do Conselho de Administração da TRENMO, Engenharia SA. Licenciado em Engenharia Civil (FEUP). PhD pela Universidade de Loughborough, no Reino Unido, e Mestre em Transportes pelo Instituto Superior Técnico desde 1992. Professor Associado da FEUP. Coordenador do Doutoramento em Transportes da FEUP. Para além do seu longo currículo de docente e investigador, foi consultor de numerosas organizações e empresas públicas e privadas, tendo ocupado, entre 1997 e 2002, o cargo de Administrador da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto, STCP, SA

Gonçalo Gonçalves. Vereador do Pelouro de Urbanismo e Mobilidade na Câmara Municipal do Porto.Direção Municipal de Urbanismo, Direção Municipal de Gestão da Via Pública; Presidente do Conselho de Administração da GOP – Gestão de Obras Públicas, EEM; Administrador Não Executivo da SRU; Administrador Não Executivo da Metro do Porto; Presidente do Conselho de Administração da Águas do Porto, EEM.

Ricardo Santos. Engenheiro Civil, Empresário da Construção Civil (RIELZA) e Projetos de Engenhara Civil (BESTPROJECT), Morador no Centro Histórico (Praça Poveiros), casado, com 2 filhos pequenos, sem garagem.

Miguel Barbot. Ativista encartado em prol das cidades mais amigas das pessoas, especialmente das que deixam o carro em casa, é autor do blogue ”Um pé no Porto e outro no pedal” (1penoporto.wordpress.com), onde fala da forma como vê a cidade a partir da sua bicicleta. Após 10 anos numa consultora a ajudar empresários a melhorar os seus negócios, fez-se comerciante, dos tradicionais, e abriu em Matosinhos a Velo Culture, uma loja dedicada a todos os que têm a bicicleta como um ponto central da vida e a utilizam como meio de transporte.

Moderadora: Sílvia Magalhães: Licenciada em Engenharia Civil (FEUP), Pós Graduada em Transportes (FEUP), Pós Graduada em Reabilitação do Património Edificado (FEUP). Já desenvolveu atividade comercial e de Projeto de Estruturas em empresas como a COBA, DST, Newton e TRENMO e colabora desde 2009 com a SOPSEC, SA, em Fiscalização de Obras. Membro fundador da APRUPP – Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património.

Publicado em 12. Reabilitação Urbana | Etiquetas | Deixe o seu comentário

TERTÚLIA: “Enquanto a noite cai: a noite como estratégia de revitalização urbana”

A Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património, convida:

Na próxima quinta-feira, pelas 21:00 (em ponto!), no espaço Maus Hábitos, terá lugar a tertúlia dedicada ao tema Enquanto a noite cai: a noite como estratégia de revitalização urbana” na qual procuraremos discutir as potencialidades e condicionantes de uma estratégia de reabilitação urbana assente nas actividades e negócios da noite e debater, tendo como referência o caso do Porto, as tensões sociais, os usos e contrausos do espaço urbano e o seu impacto no património. A entrada é livre.

PAINEL:

António Gorgal de Carvalho - Nascido em 1958 no Hospital da Trindade regressou ao Porto com dois anos. Desde essa idade habita uma casa na Baixa da cidade, um arrendamento que chegou à terceira geração e que vindo do final do Sec. XIX apenas terminou no início do Sec. XXI com a aquisição desta. Candidato à Câmara Municipal do Porto pelo MPT, Partido da Terra, nas Autárquicas de 2005, obteve o apoio de 236 eleitores. Actualmente exerce funções na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo.

António Fonseca - Profissional da área da animação. Presidente da AAIC-Associação de Afectados por Inundações e Calamidades, e actos de terrorismo. Autarca no executivo da Junta de Freguesia de S. Nicolau e Presidente da Direcção da Associação de Bares da Zona Histórica do Porto (ABZHP).

Cláudia Rodrigues - Licenciada em Psicologia pela FPCEUP, Mestre em Psicologia e Educação Ambientais pelo ISPA com a Dissertação: “O Porto Desigual e a transacção entre Personagens e lugares: O Centro Histórico, a Ilha e o Bairro Social”, com orientação da Professora Carla Machado. Desenvolve trabalhos nas áreas de Intervenção e Investigação em Cenários Urbanos. Doutoranda em Sociologia – Cidades e Culturas Urbanas –  CES/FEUC. Bolseira da Fundação Ciência e Tecnologia (FCT), com o trabalho de título: “Cidade Noctívaga: Desenhos, Expressões e Ritmicidades de um Party District na Cidade do Porto”, orientado pelo Professor Doutor Carlos Fortuna (CES/FEUC).

Daniel Pires - Fotógrafo de moda e professor durante 12 anos licenciado em fotografia pela Escola Superior  Artística do Porto – 1996. Realiza várias exposições individuais e colectivas. EM 2001 dá origem ao espaço de intervenção cultural “Maus Hábitos”, sendo programador e promotor cultural, em diversas  áreas : artes plásticas, fotografia, música ; teatro; artes performativas e dança. Realiza com alguma regularidade conferências e é membro da direcção da Agencia para o Desenvolvimento das Industrias Criativas  ADDICT com Fundação de Serralves ; Casa da Música; RTP; SRU; INTER RISCO – BPI e Centro Cultural Vila Flor. Faz programação de Música para o  Auditório da Loja Optimus da Casa Da Música Porto .

Paulo Santos da Cunha - Nascimento: Porto 1960. Estudou Direito na Universidade Católica Portuguesa, tendo posteriormente desenvolvido actividade profissional no desenvolvimento e gestão de redes comerciais e em I&D de novas áreas de negócio para empresas comerciais, Asset Manager na Banca de Investimento, desenvolveu mais tarde o projecto do PITCH em 2006, actualmente integra o projecto da SWARK uma empresa de consultoria de arquitectura para a Reabilitação.

Moderador: David Afonso Pinho - Licenciado em Filosofia e Pós-graduado em Estudos Locais e Regionais pela FLUP e mestrando em Cidades e Culturas Urbanas (FEUC). Docente e sócio do atelierFloret Arquitectura. Membro fundador da APRUPP – Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património.

ORGANIZAÇÃO: APRUPP – Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património: www.aprupp.org / www.facebook.com/reabilitacaourbana / geral@aprupp.org

Publicado em 1. Imprensa, Blogosfera e Web | 2 Comentários

APRESENTAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A REABILITAÇÃO URBANA E PROTEÇÃO DO PATRIMÓNIO

CONSULTAR O PROGRAMA AQUI.

Publicado em Uncategorized | 1 Comentário

Agricultura urbana

A agricultura urbana tem um potencial económico e, sobretudo, social. Resta saber até onde se pode ir e até que ponto os governos locais se prestam a, pelo menos, a não atrapalhar as iniciativas locais de cidadãos. Aqui um belo exemplo vindo de Santiago do Chile: LINK

Publicado em Uncategorized | 2 Comentários

UAU

E de vez em quando somos surpreendidos pelo que gostaríamos de fazer e não o fazemos por falta de tempo e de capacidade. Ponham os olhos no lo Squaderno – Explorations in Space and society e não os tirem mais.

 

Publicado em Uncategorized | 1 Comentário

Visita guiada às Casas António Carneiro (Porto)

Publicado em Uncategorized | Deixe o seu comentário

Uma casa no centro histórico

Ainda vale a pena comprar casa? Presumo que, na actual conjectura, a resposta a esta questão seja demasiado fácil. Com a degradação crescente das condições do crédito à habitação, o problema pura e simplesmente nem se chega a colocar para uma larga maioria de portugueses. O que não significa que a venda de imoveis esteja paralisada. Alguns produtos, como bem se sabe, têm sempre procura. À parte a gama alta, existem “produtos” muito específicos como os edifícios históricos, sobretudo quando localizados em centros urbanos com certas características continuam a manter activo o mercado. Mas este é já outro mercado que não o mercado massificado. Por um lado, estamos a falar de pequenos investidores que procuram, muitas das vezes, por a salvo as suas poupanças em produtos alternativos às tradicionais aplicações financeiras e que, para além de tudo, valorizam o carácter único destes edifícios. São exigentes, conhecedores, com elevado grau de escolaridade. Algo mudou do lado da procura. Por outro lado, do lado da oferta, isto é, dos serviços, tudo permanece igual. Podem ter mudado à pressa o marketing passando a ostentar espalhafatosamente o dístico “reabilitação urbana”, mas continuam obtusos como sempre. Isto a propósito de uma imobiliária que, sabendo do interesse de um cliente num imóvel no Centro Histórico do Porto, não encontrou melhores palavras de encorajamento do que estas: “Está tudo podre. É para ir tudo a baixo, fazer de novo e subir mais três pisos!” Temos artista… Se formos capazes de resistir a esta espécie de canto da sereia, outras dificuldades saltarão ao caminho. As empresas de construção, por exemplo, são agora todas de “reabilitação urbana” por defeito. Mesmo que a única coisa que tenham feito até à data seja estradas e pontes, agora, por estranhos processos mágicos que não consigo explicar, são todos grandes especialistas em património e edifícios históricos. Curiosamente, o remédio continua o mesmo de sempre: “Vai tudo abaixo!”

Publicado em Uncategorized | 1 Comentário

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

Publicado em Uncategorized | Deixe o seu comentário

Relatório sobre a competitividade das cidades

The Economist divulgou um relatório sobre a competitividade das cidades a uma escala global. Para já, a América do Norte e a Europa parecem aguentar bem a pressão das cidades emergentes nos restantes continentes, mas talvez não por muito mais tempo…

Lisboa também aparece, mas em posições muito modestas, ocupando o 24º lugar na Europa e 57º lugar a nível global, prevendo-se, inclusive, uma queda de competitividade no futuro próximo. Ainda no mundo lusófono, todas as cidades incluídas no relatório encontram-se, por enquanto, atrás da representante portuguesa: São Paulo (62º global / 2º América latina), Rio de Janeiro (76º global / 5º América latina), Belo Horizonte (98º global / 11º América latina) e Porto Alegre (102º global / 12º América latina). Nenhuma cidade africana do espaço da lusofonia foi incluída no estudo.

Ler o estudo na íntegra (em inglês): Hot spots – Benchemarking global city competitiveness

Publicado em 1. Imprensa, Blogosfera e Web | Etiquetas , , , , , | 1 Comentário

Anuário do Património 2012

Publicado em Uncategorized | Deixe o seu comentário

Livros: «Cities Under Siege: The New Military Urbanism»

O nosso olhar sobre as cidades foi sempre filtrado pelas circunstâncias históricas especificas, circunstâncias essas que tanto influenciaram a hermenêutica teórica do espaço urbano, como também próprias as políticas para a cidade. Em alguns casos, como o higienismo e o modernismo, a própria cidade moldou-se às ansiedades latentes da época. Interpretamo-nos na cidade em função dos nossos desejos e medos: um inimigo terrível como a cólera, por exemplo, pode obrigar ao isolamento profilático de todo uma cidade e até mesmo à demolição de bairros e sua reconstrução segundo as normas da boa higiene. O mito do homem novo, pode levar a que se declare obsoletas as cidades. E o que se passa hoje? De que modo é que a luta contra o terrorismo condiciona não apenas o nosso olhar sobre as cidades, como também as políticas sobre estas? O cruzamento das tecnologias civis e militares aplicadas à vida do quotidiano tornam as cidades ocidentais numa espécie de zona de guerra, onde a ameaça habita camuflada entre nós. A securitização crescente de vários aspectos da vida urbana, parece indiciar que estamos perante uma nova forma de urbanismo militarizado.

Drawing on a wealth of original research, Stephen Graham shows how Western militaries and security forces now perceive all urban terrain as a conflict zone inhabited by lurking shadow enemies. Urban inhabitants have become targets that need to be continually tracked, scanned and controlled. Graham examines the transformation of Western armies into high-tech urban counter-insurgency forces. He looks at the militarization and surveillance of international borders, the use of ‘security’ concerns to suppress democratic dissent, and the enacting of legislation to suspend civilian law. In doing so, he reveals how the New Military Urbanism permeates the entire fabric of urban life, from subway and transport networks hardwired with high-tech ‘command and control’ systems to the insidious militarization of a popular culture corrupted by the all-pervasive discourse of ‘terrorism.’  (http://www.versobooks.com/books/1030-cities-under-siege).

Acrescentamos ainda este vídeo (infelizmente, a qualidade do som não será das melhores…)

Prof. Stephen Graham, CITIES UNDER SIEGE: THE NEW MILITARY URBANISM from Crisis Forum on Vimeo.

Publicado em Livros | 1 Comentário

Dia Nacional dos Centros Históricos com Floret Arquitectura

Floret Arquitectura vai participar pela primeira vez nas comemorações do Dia Nacional dos Centros Históricos no dia 31 de Março e por isso organizou um roteiro com três das suas obras em desenvolvimento em pleno Centro Histórico do Porto.

Deste roteiro fazem parte as obras de São Sebastião, Casa D. Hugo  e a In Pátio. Os proprietários juntam-se a esta iniciativa assumindo o papel de anfitriões nas respetivas obras. O objetivo é que, para além do ponto de vista do projectista e do empreiteiro, os participantes no evento também tenham a oportunidade de conhecer a perspetiva do proprietário, que é, afinal o verdadeiro protagonista do processo de reabilitação.

A participação na visita guiada é gratuita. No entanto, o número de participantes é limitado. Solicitamos, por isso, uma inscrição através do email info@floretarquitectura.com até às 12horas de sexta-feira dia 30 de Março. Qualquer dúvida estamos ao dispor através do email referido anteriormente ou através do contacto 917405510 (Adriana Floret).

Ponto de Encontro: Terreiro da Sé (junto do Posto de Turismo)
Hora de início: 15:00
Duração aproximada da visita: 2 horas

Publicado em Uncategorized | Deixe o seu comentário

A crise do capitalismo segundo David Harvey

Publicado em David Harvey | Deixe o seu comentário

«Designing a dream city is easy; rebuilding a living one takes imagination.» [Jane Jacobs]

A não perder! A revista Fortune republicou os artigos de Jane Jacobs publicados originalmente em 1958. Um verdadeiro clássico! [ver Artigo completo].

«We are becoming too solemn about downtown. The architects, planners—and businessmen–are seized with dreams of order, and they have become fascinated with scale models and bird’s-eye views. This is a vicarious way to deal with reality, and it is, unhappily, symptomatic of a design philosophy now dominant: buildings come first, for the goal is to remake the city to fit an abstract concept of what, logically, it should be. But whose logic? The logic of the projects is the logic egocentric children, playing with pretty blocks and shouting “See what I made!”–a viewpoint much cultivated in our schools of architecture and design. And citizens who should know better are so fascinated by the sheer process of rebuilding that the end results are secondary to them.»

Publicado em Jane Jacobs | Deixe o seu comentário

O exemplo

Uma das maiores influências do urbanismo lusófono em todo o mundo: o sistema de transportes de Curitiba. Aqui, cinco cidades do mundo, cinco continentes,  que se renderam ao «Ovo de Colombo» curitibiano: Brisbane (Austrália), Jacarta (Ásia), Estocolmo (Europa), Cidade do Cabo (África) e Otava (América). Links em castelhano e inglês (em português é o costume…)

Publicado em Uncategorized | Etiquetas , , , , , | 1 Comentário

David Harvey sobre a crise global

Vale a pena ler esta síntese e fica aqui a informação de que já é possível reservar na Amazon a obra «Rebel cities: from the right to the city to the urban revolution»

Uma das principais ideias que defende em sua trajetória intelectual e política é a luta pelo direito à cidade, não apenas como um direito das pessoas terem acesso ao que existe na metrópole (como serviços de transporte, saúde, etc.), mas também como um direito de participar da construção e transformação do tecido urbano, da forma que julgar necessário. Para Harvey, a questão central do direito à cidade é confrontar a dinâmica da urbanização que segue somente a lógica da acumulação capitalista. Esse tema será aprofundado em seu próximo livro, que terá a versão inglesa lançada no mês de abril e ainda não tem data prevista para chegar em solos brasileiros, o “Rebel cities: from the right to the city to the urban revolution” (“Cidades rebeldes: do direito à cidade à revolução urbana”, em tradução literal), no qual defende que a reorganização das cidades pode ser o foco da resistência anticapitalista.

Publicado em David Harvey | Deixe o seu comentário

As cidades do sol

É na cidade que o nosso futuro se decide. Já se torna cansativo repetir, porque já se trata de um facto de conhecimento público, que já ultrapassámos a barreira dos 50% de população mundial a residir em centros urbanos, mas acredito que ainda poucos conseguiram digerir a relevância deste número. Uns falam num retorno à cidade, outros dizem que nada há hoje fora da cidade pelo simples motivo de que esta se espraiou pelos subúrbios que dela tentavam fugir, em primeiro lugar, e, em segundo lugar, pelo campo seguindo as vias de comunicação. Em certos casos, primeiro chegou a cidade e só depois as estradas, os comboios e o resto, tal foi a aceleração da urbanização. Em muitos lugares, parecem brotar do nada: umas vezes planeadas no meio do deserto, outras vezes espontâneamente nos morros e encruzilhadas. Uma coisa é certa: a capital do século XXI muito provavelmente ainda não nasceu e os nossos filhos irão aprender uma geografia urbana muito diversa da nossa. E não serão novos nomes que teremos de acrescentar ao atlas, mas também novos conceitos. “Cidade” arrisca-se a se tornar num conceito ultrapassado, que sobreviverá apenas nos manuais de história. Em suma, não se sabe ao certo o que aí vem e que nome irá ter. O que não nos deverá impedir de pensar no onde estamos e quais os passos mais imediatos a tomar.

As vistas a partir daqui, de Portugal, em boa parte não serão muito diferentes das do resto mundo «civilizado». As cidades passaram a ser vistas como um centro imaginário onde confluem os medos e as esperanças mais ou menos declaradas dos cidadãos. A reabilitação das cidades é anunciada como um novo motor da história como se, assim de sobressalto, tivéssemos redescoberto o nosso futuro comum no passado onde habitamos. A cidade histórica assume-se como a expressão máxima da ideia de urbanidade que pretendemos salvaguardar a todo o custo de um futuro incerto.

Também a indústria do ambiente e energia parece ter redescoberto a cidade. Os edifícios passam a obedecer a uma série cada vez maior requisitos ambientais, devidamente certificados. Salvar e produzir energia tornou-se no novo desígnio urbano, assumindo, neste contexto, a energia solar um papel cada vez mais estratégico [veja-se, por exemplo, o caso da Martifer Solar ilustrativo de como a tecnologia local pode ser exportada com sucesso]. O grande desafio será, no futuro próximo, compatibilizar a tecnologia da energia solar, cada vez mais disseminada, com a preservação da identidade das cidades históricas. Não sabemos ao certo até quando seremos capazes de manter e transmitir o testemunho da nossa cultura urbana, não sabemos sequer se algumas das cidades portuguesas virá a ser uma dessas cidades do futuro para as quais ainda não temos nome. Mas, por uma vez, a nossa meridionalidade que nos empurrou para esta crise, também poderá nos garantir o futuro.

Publicado em 12. Reabilitação Urbana, Energia solar | Deixe o seu comentário

David Harvey no Rio de Janeiro

Conferência de David Harvey no Rio de Janeiro:

De acordo com o pensador britânico, a estrutura de poder do capitalismo baseia-se no crescimento das cidades e da urbanização. Harvey explica que a crise de 1929 também foi precedida de uma grande expansão imobiliária, que levou a um colapso na indústria da construção civil. “Atualmente”, explica o docente, “os políticos são dependentes dos empresários da construção, que, por sua vez, são dependentes dos proprietários de terra. O capitalismo está controlando o processo de urbanização”, afirmou Harvey.

Publicado em David Harvey | Etiquetas | Deixe o seu comentário

Saskia Sassen e a crise europeia

Entrevista a Saskia Sassen em torno do tema território, autoridade e direitos publicada no Truman Factor. Sobre a situação portuguesa (e não só) destaco:

Now the fund set up by Angela Merkel, supposedly to rescue troubled economies in the EU (Portugal, Greece, etc.) is the same kind of highway robbery —using a mix of national law and EU law to extract what is still national taxpayers’ money to create a EU fund most of which is to pay back the banks that lend the money to those governments, so that the banks don’t suffer too much and so that the governments can make new loans… and on and on.

Publicado em Saskia Sassen | Deixe o seu comentário