Há uma “distorção total do mercado da habitação” em Portugal

“Escassez de casas para arrendar atiça a compra de casa própria e põe em cheque as gerações futuras, alerta a presidente do movimento cívico Pro Urbe, Ana Pires. Endividamento, degradação, insegurança, desperdício de solo e estagnação do mercado laboral são as consequências, adverte a organização

Os problemas da habitação estão em discussão em Coimbra até dia 31 de Outubro, numa iniciativa organizada por dois movimentos de cidadãos (Pro Urbe e Plataforma Artigo65). “Ver notícia.

Adriana Floret

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