“Há cinco anos que o Estado tem atrasado a recuperação de casas florestais na região Minho, na sua maioria votadas ao total abandono. Estima-se em cerca de meia centena os imóveis, devolutos, sob a alçada da Direcção Geral do Património do Estado (DGPE), que aguardam a sua transferência para as autarquias e outras instituições, tendo em vista a sua revitalização e aproveitamento para fins turÃsticos.
Contudo, a suspensão da lei (ver caixa), em 2002, que possibilitava a cedência à s autarquias, a tÃtulo de comodato, das casas florestais está a impedir o avanço de projectos direccionados para o turismo ambiental. Os serviços de oferta, segundo apurou o JN, são diversos, abrangendo a criação de centros interpretativos, postos de artesanato, casas de turismo de montanha e posto de observação da floresta.”Ver notÃcia.



