
Imagem retirada do site http://www.filipebalestra.com
Hoje, no PÚBLICO, vale a pena ler o artigo sobre o trabalho desenvolvido por Filipe Balestra no Brasil e na Ãndia:
Vista de longe, a Rocinha, no Rio de Janeiro, é um amontoado de pequenas casinhas que sobem, incertas e apoiadas umas nas outras, pelo morro acima. A favela “é como o coração de mõe, cabe sempre mais um”, resume um dos moradores (…) Foi no meio desse emaranhado de casas, onde nem se vislumbra o espaço de uma rua, que Filipe construiu uma escola. Ele chama a uma intervenção como esta arquitectura-acupunctura, e num mapa mostra um pequeno ponto cor-de-laranja perdido no meio das casas: a escola.



