Tóquio foi destronada por Luanda como a cidade do mundo mais cara para os gestores expatriados.
De acordo com o estudo “Cost of Living Survey”, da consultora Mercer, a capital angolana roubou o título do local mais dispendioso para um gestor viver: o alojamento é três vezes mais caro do que em Lisboa e duas vezes superior ao de Tóquio. Um menu fast food custa 12,7 euros, valor muito superior aos 4,65 euros pagos em Lisboa, ou 4,53 euros em Londres.
A capital portuguesa ocupa a 72ª posição em 214 cidades analisadas. Ainda assim, arrendar um T2 de luxo em Lisboa sai mais caro do que em Roma, Amesterdão, Bruxelas ou Madrid. No fundo da tabela está a populosa Karachi, no Paquistão, o local do mundo onde é mais barato viver. Em média, Luanda é três vezes mais cara do que a antiga capital paquistanesa.
Depois de Luanda e de Tóquio, Ndjamena, no Chade, Moscovo e Genebra ocupam a terceira, quarta e quinta posição na tabela. Nos dez primeiros lugares estão três cidades africanas, três asiáticas e quatro europeias.
No continente Americano, as cidades brasileiras estão entre as mais caras devido à queda do dólar face ao real. São Paulo ocupa a 21ª posição do ranking e o Rio de Janeiro a 29ª. Já Nova Iorque (27ª) é a cidade mais cara dos Estados Unidos.
O estudo da Mercer mede o custo comparativo de mais de 200 produtos representativos dos padrões de consumo dos executivos expatriados, incluindo habitação, transportes, alimentação, vestuário, bens domésticos e entretenimento.
Fonte – Jornal Público
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